Furgões Joinville completa 30 anos com expansão da linha de produtos e renovação da marca

A partir do segundo semestre de 2018, A Furgões Joinville passa a se chamar Joinville Implementos Rodoviários Continuar lendo Furgões Joinville completa 30 anos com expansão da linha de produtos e renovação da marca

Redução da taxa Selic vai ajudar a acelerar o crescimento

O presidente Michel Temer comemorou a quinta redução seguida dos juros básicos da economia. Pelo Twitter, o presidente mencionou o corte de um ponto percentual da taxa Selic e disse que isso vai estimular a economia. “Medida vai ajudar a acelerar o crescimento econômico do país e gerar empregos para os brasileiros. A inflação em queda e a redução da taxa Selic vão estimular a economia, a produção industrial e o consumo interno”.

Temer ainda falou sobre a importância das reformas que o governo está tentando aprovar. “Com determinação para tocar as reformas que o País precisa, vamos colocando o Brasil no rumo certo”. A fala do presidente ocorre em um cenário de negociações diárias com deputados da base aliada para a aprovação da reforma da Previdência. A aprovação da reforma é considerada prioritária pelo governo na agenda de ajuste fiscal que Temer tenta promover desde sua chegada à presidência da República, em maio do ano passado.

Cerca de uma hora após a manifestação do presidente via Twitter, o porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, fez uma declaração oficial com o mesmo teor, mas com mais ênfase na queda da inflação registrada em 2017. “A inflação no país no primeiro trimestre de 2017 atingiu seu nível mais baixo desde o Plano Real. Pela primeira vez em anos, há consenso entre os agentes econômicos de que será cumprido o regime de metas de inflação estabelecido pelo Banco Central”, disse Parola.

O porta-voz também destacou as reformas que o governo vem tentando aprovar no Congresso. “O momento, agora, é de reforçar o compromisso de todos com a agenda de reformas que proporcionará crescimento ainda maior nos próximos meses, com a retomada do emprego sobre as bases sólidas das responsabilidades fiscal e social”.
Selic

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a redução de hoje, a Selic retorna ao nível de dezembro de 2014, quando também estava em 11,25% ao ano.

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Em comunicado, o Copom informou que o comportamento da inflação permanece favorável. “O processo de desinflação [abrandamento da inflação] se difundiu e houve consolidação da desinflação nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. A desinflação dos preços de alimentos constitui choque de oferta favorável”, diz a nota do comitê.

A nota também diz que a aprovação e implementação das reformas do governo, especialmente as de natureza fiscal e de ajustes na economia, são “relevantes para a sustentabilidade da desinflação e para a redução da taxa de juros estrutural”.

Fonte: Agência Brasil

 

 

BNDES anuncia linhas de crédito para fôlego na economia

Na tentativa de dar fôlego à atividade econômica, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou ontem duas iniciativas em linhas de crédito.

Em uma das frentes, o banco de fomento reduziu o custo de financiamento e prorrogou para 31 de dezembro de 2017 a vigência do Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (Progeren)

Essa linha recebeu um reforço orçamentário de R$ 2,3 bilhões, totalizando R$ 10 bilhões, dos quais cerca de R$ 7 bilhões serão destinados às micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) – empresas com faturamento anual de até R$ 90 milhões.

A outra iniciativa do BNDES foi a criação do Programa de Incentivo à Revitalização de Ativos Produtivos, uma linha de financiamento voltada para a compra de ativos de empresas que estão em recuperação judicial, extrajudicial, falência ou crise, por empresas que estão com as contas saudáveis.

De acordo com o BNDES, este programa será financiado com recursos próprios da instituição, estimados em R$ 5 bilhões, com vigência até 31 de agosto de 2017.

Foco no problema

O sócio da Méthode Consultoria, Adriano Gomes, avalia que as duas iniciativas atacam os principais problemas das empresas hoje. “As companhias estão com muita dificuldade de ter recursos e fundos para capital de giro”, diz ele. “Os bancos aumentaram muito as exigências para o financiamento. Antes da crise, as instituições financeiras costumavam exigir 30% do valor do financiamento. Agora, exigem 70%”, afirma Gomes.

Para ele, a ampliação do crédito para capital de giro só surtirá efeito se os bancos comerciais não exigirem garantias tão altas. Apesar de ser um recurso do BNDES, as instituições privadas são intermediárias e assumem o risco dos financiamentos concedidos.

“Outro ponto é a burocracia. Do envio à aprovação de um projeto, leva-se cerca de um ano. Portanto, se for nesses termos, as medidas tendem a demorar para estimular a economia”, considera Gomes.

A assessora econômica da FecomercioSP, Kelly Carvalho, faz a mesma ponderação que o sócio da Méthode. “É preciso que a morosidade e a burocracia sejam amenizadas, principalmente para as pequenas empresas, que as são as que têm mais dificuldade para conseguir empréstimos e as que mais precisam de financiamento. Isso precisa ser amenizado para que a ampliação do programa contribua para a retomada da atividade”, destaca a especialista.

De acordo com o BNDES, as taxas para o financiamento de capital de giro serão reduzidas para todos os portes de empresas. Para as MPMEs, a taxa caiu para 9,50% ao ano. No início de 2016, esta era de 11,59% e, em abril, recuou para 10,20%. Em relação às médias empresas, a taxa praticada antes do anúncio era de 12,56%.

Já as médias-grandes – empresas com faturamento anual entre R$ 90 milhões e R$ 300 milhões – tiveram seu custo reduzido para 13,06%, inferior à taxa praticada anteriormente, de 14,61%. Já para as grandes empresas – faturamento anual acima de R$ 300 milhões – a taxa caiu de 17,11% para 16,61%. Esses custos consideram os valores atuais das taxas Selic (14,25%) e TJLP (7,5%).

Compra de ativos

Em relação à compra de ativos, Adriano Gomes considera uma “medida interessante” uma vez que boa parte do parque industrial está inativo e, portanto, precisa de capital para readquirir atividade. “É uma forma de reativar o parque industrial”, reforça o especialista. O anúncio dos programas foi feito ontem pela presidente do BNDES, Maria Sílvia Bastos, e pelo ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, após uma reunião com o presidente interino Michel Temer.

Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, Maria Silva afirmou que a linha de compra de ativos entrará onde o mercado privado não está atuando. “Não vamos concorrer com o setor privado. Não foi uma demanda externa nem interna. Encontramos uma falha de mercado e resolvemos criar depois de muitos estudos”.

Segundo ela, no primeiro semestre deste ano, 923 empresas entraram em recuperação judicial, número 90% maior do que no mesmo período de 2015. Maria Silva comentou ainda que apenas 1,1% das empresas brasileiras que entram em recuperação judicial conseguem se restabelecer em um período de seis a 10 anos. Nos países desenvolvidos, a parcela das companhias que conseguem sair da recuperação judicial varia entre 20% e 30%, em um período menor, de dois anos.

Segundo o BNDES, o novo programa visa promover o aproveitamento, a utilização e a conservação de ativos existentes, evitando deterioração e prevenindo a formação de passivos socioambientais. Ao defender a medida, o BNDES espera estimular a atividade econômica e a função social da empresa, preservando empregos e gerando renda.

Questionada se a linha não seria muito modesta, tomando como exemplo a problemática situação da operadora de telecomunicações Oi – cuja dívida ultrapassa R$ 65 bilhões e pediu recuperação judicial em junho – Maria Silvia afirmou que o BNDES irá avaliar o tamanho do programa em função da demanda. Tem direito a contratar este financiamento empresas e cooperativas em boas condições financeiras que se comprometerem a reutilizar os ativos ainda que a atuação seja diferente da exercida pela empresa vendedora.

A taxa de juros será dada através de referenciais de mercado com spread básico de 1,5% ao ano e spread de risco de acordo com o adquirente.

O anúncio inesperado sobre linhas de crédito foi, segundo o ministro Dyogo Oliveira, ordenado pelo presidente em exercício. A reunião de Temer com Dyogo e Maria Silvia ocorreu pela manhã e não estava na agenda do presidente. O encontro foi rápido e o próprio Temer sugeriu uma coletiva de imprensa em seguida, no Palácio do Planalto.

Fonte: http://www.anfir.org.br/noticia.asp?var1=7626

Lei Que Regulamenta Food Truck Em Joinville Entra Em Vigor

Entre os principais ítens, para fabricação fabricação do implemento destacamos:


Art. 2º Food Truck é um modelo de comércio ou doação de alimentos itinerante sob veículos automotores, considerando os veículos a motor ou rebocado por estes, desde que recolhidos ao final do expediente, tendo como objetivo o uso democrático e inclusivo do espaço público e/ou o reaproveitamento de áreas privadas em desuso.

§ 1º Os Food Trucks devem medir, no máximo, 6,3 m (seis metros e trinta centímetros) de comprimento e 2,20 m (dois metros e vinte centímetros) de largura, fechado.


Art. 8º As franquias de Food Trucks podem ter, no máximo, 2 (duas) unidades nos espaços públicos.


Art. 14 O veículo deve possuir depósito de captação de resíduos líquidos gerados para posterior descarte, de acordo com a legislação vigente, sendo proibido o descarte na rede pluvial.


Art. 15 O proprietário do veículo deve possuir cozinha fixa em diferente local para preparo do alimento em ponto fixo, respeitando as normas da vigilância sanitária para preparação, manipulação, armazenamento e transporte dos alimentos. A cozinha fixa seguirá as determinações do zoneamento municipal e ficará sujeita a fiscalização.


Acesse o link abaixo e leia de forma completa a Lei Complementar Nº433, de 15 de outubro de 2015, que regulariza a atuação de Food Truck em nossa Cidade.

https://leismunicipais.com.br/a1/sc/j/joinville/lei-complementar/2015/45/443/lei-complementar-n-443-2015-dispoe-sobre-a-comercializacao-de-alimentos-em-logradouros-areas-e-vias-publicas-atraves-de-food-trucks-e-da-outras-providencias?q=food

Fonte: Prefeitura de Joinville